Encante-se com tudo que a China pode oferecer

Não muito longe, ao sul, fica o Templo do Ceti, outra realização Ming. No centro de uma escadaria circular de mármore estão também circular Qinian Dian, edifício de três pavimentos que se projeta para o alto. Era de use exclusivo do imperador, para orações; hoje. é cenário preferido para books de casamento.

Todos os dias, as noivas estão lá, lindas, posando com os seus longos vestidos vermelhos ao lado de seus futuros e impassíveis maridos. Teia de aranha afora, ponha na lis-ta: o Palácio de Verão, imensa área verde para onde a família imperial fugia do calor infernal da Cidade Proibida; e as tumbas de 13 imperadores Ming, no fim do maravilhoso Caminho dos Espíritos, ladeado de chorões e estatuas solenes. Valem horas de visita.

Só que a ansiedade aponta para outro lugar. Setenta quilômetros a noroeste, vencidos em uma estrada margeada por montadoras de carro e plantações de maca, chega-se a Badaling, no Condado de Yanqing. Ali fica o trecho mais bem preservado e preparado para receber turistas em busca de uma Self no que chamamos de “A Muralha da China” — lá, simplesmente, Grande Muralha.

Já a distancia, o coração palpita ao vê-la serpenteando pelas montanhas cobertas de vegetação que, no outono, ganham aquele degrade colorido. As primeiras fundações da muralha remontam ao seculo 3 a.C., mas a mega construção de quase 9 mil quilômetros de extensão, reforçada e remodelada, é coisa… dos Ming. Dinastia que, já deu pra notar, botou muito chines pra quebrar pedra.